No Brasil, os dois principais índices que medem a inflação são o IPCA e o IGP-M. Enquanto o IPCA mede apenas a variação de preços ao consumidor, o IGP-M mensura também preços de matérias primas agrícolas e industriais.
Desde o início da pandemia, os dois índices apresentam altas acima do que era observado nos últimos anos. O IPG-M, usado para reajustar aluguéis, é mais impactado pelos preços do dólar e das commodities. O indicador subiu 42,8% desde de janeiro de 2020.
Já o IPCA subiu 9,5% em 19 meses, puxado principalmente pela alta dos alimentos e dos artigos para residência (móveis, utensílios e eletrodomésticos).
Os gráficos abaixo mostram a evolução do IPCA e de seus diferentes grupos de itens.
Inflação acumulada no Brasil desde 2020
Alimentação e bebidas
IPCA e grupos de itens, de janeiro de 2020 a julho de 2021
15%
Artigos para residência
Habitação
Transportes
10%
IPCA (Índice geral)
5%
Saúde
aumento de
preços
Outros
0
redução
de preços
−5%
2020
2021
jul
jul
'Outros' inclui educação, comunicação,
vestuário e despesas pessoais
Os alimentos e bebidas são o grupo de itens que mais encareceu no período, com alta de 17,9%. Esse crescimento de preços foi maior na alimentação dos brasileiros dentro de casa.
Inflação acumulada no grupo de alimentação e bebidas desde 2020
21,7%
No
domicílio
De janeiro de 2020 a julho de 2021
20%
A alimentação dentro do domicílio ficou 21,7% mais cara desde 2020
15%
10%
9,1%
fora do
domicílio
5%
0
2020
JUL
2021
JUL
No período, nenhum item incluso dentro da categoria dos alimentos ficou mais barato. Os óleos foram os que mais subiram de preço, com uma inflação de 64,8%.
Inflação acumulada nos itens de alimentação no domicílio desde 2020
De janeiro de 2020 a julho de 2021
Óleos e gorduras
64,8%
Cereais e oleaginosas
51,7%
Carnes
27,5%
Hortaliças e verduras
27,4%
Aves e ovos
25,8%
Carnes e peixes industrializados
24,8%
Tubérculos e legumes
23,1%
Leites e derivados
22,1%
Açúcares e derivados
20,3%
Enlatados e conservas
18,3%
Farinhas e massas
14,0%
Sal e condimentos
11,9%
Panificados
Frutas e pescados ficaram abaixo do índice do índice geral de inflação
10,5%
Bebidas e infusões
9,5%
Frutas
8,3%
Pescados
8,3%
Esses itens inclusos na categoria de alimentos estão entre as maiores altas no Brasil. Destacam-se também os combustíveis, tanto para veículos como para uso domésticos (como o gás de cozinha).
Itens com maiores altas de preço desde 2020
De janeiro de 2020 a julho de 2021
Óleos e gorduras
64,8%
Joias e bijuterias
61,1%
Cereais e oleaginosas
51,7%
Consertos e manutenção
33,8%
Combustíveis (doméstico)
29,8%
Tv, som e informática
28,6%
Combustíveis (veículos)
28,2%
Carnes
27,5%
27,4%
Hortaliças e verduras
25,8%
Aves e ovos
25,6%
Tecidos e armarinho
24,8%
Carnes e peixes industrializados
23,1%
Tubérculos e legumes
22,1%
Leites e derivados
20,3%
Açúcares e derivados
Dos 15 itens com maiores altas, 9 são alimentos ou bebidas.
A alta dos preços desses produtos ocorre ao mesmo tempo em que o país passa por uma recessão econômica por conta da pandemia, acentuando o problema da insegurança alimentar.
Fonte: IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No Brasil, os dois principais índices que
medem a inflação são o IPCA e o IGP-M.
Enquanto o IPCA mede apenas a variação de preços ao consumidor, o IGP-M mensura também preços de matérias primas agrícolas e industriais.
Desde o início da pandemia, os dois
índices apresentam altas acima do que
era observado nos últimos anos. O IPG-M, usado para reajustar aluguéis, é
mais impactado pelos preços do dólar e
das commodities. O indicador subiu 42,8% desde de janeiro de 2020.
Já o IPCA subiu 9,5% em 19 meses, puxado principalmente pela alta dos alimentos e dos artigos para residência (móveis, utensílios e eletrodomésticos).
Os gráficos abaixo mostram a evolução do IPCA e de seus diferentes grupos de itens.
Inflação acumulada
no Brasil desde 2020
IPCA e grupos de itens, de janeiro de 2020 a julho de 2021
IPCA (Índice geral)
Habitação
Alimentação e bebidas
Outros
15%
Artigos para residência
Transportes
Saúde
10%
5%
aumento
de preços
0
redução
de preços
−5%
2020
2021
jul
jul
'Outros' inclui educação,
comunicação, vestuário e despesas pessoais
Os alimentos e bebidas são o grupo de itens que mais encareceu no período, com alta de 17,9%. Esse crescimento de preços foi maior na alimentação dos
brasileiros dentro de casa.
Inflação acumulada no grupo de alimentação e bebidas desde 2020
21,7%
20%
De janeiro de 2020 a julho de 2021
No domicílio
15%
10%
9,1%
5%
Fora do
domicílio
0
2020
JUL
2021
JUL
A alimentação dentro do domicílio ficou 21,7% mais cara desde 2020
No período, nenhum item incluso dentro da categoria dos alimentos ficou mais barato. Os óleos foram os que mais subiram de preço, com uma inflação de 64,8%.
Inflação acumulada nos itens de alimentação no domicílio desde 2020
De janeiro de 2020 a julho de 2021
Óleos e gorduras
64,8%
Cereais e oleaginosas
51,7%
Carnes
27,5%
Hortaliças e verduras
27,4%
Aves e ovos
25,8%
Carnes e peixes indust.
24,8%
Tubérculos e legumes
23,1%
Leites e derivados
22,1%
Açúcares e derivados
20,3%
Enlatados e conservas
18,3%
Farinhas e massas
14,0%
Sal e condimentos
11,9%
Panificados
10,5%
Bebidas e infusões
9,5%
Frutas
8,3%
Pescados
8,3%
Frutas e pescados ficaram abaixo do índice do índice geral de inflação
Esses itens inclusos na categoria de alimentos estão entre as maiores altas no Brasil. Destacam-se também os combustíveis, tanto para veículos como para uso domésticos (como o gás de cozinha).
Itens com maiores altas de preço desde 2020
De janeiro de 2020 a julho de 2021
Óleos e gorduras
64,8%
Joias e bijuterias
61,1%
Cereais e oleaginosas
51,7%
Consertos e manutenção
33,8%
Combustíveis (domést.)
29,8%
Tv, som e informática
28,6%
Combustíveis (veículos)
28,2%
Carnes
27,5%
Hortaliças e verduras
27,4%
Aves e ovos
25,8%
25,6%
Tecidos e armarinho
24,8%
Carnes e peixes indust.
23,1%
Tubérculos e legumes
22,1%
Leites e derivados
20,3%
Açúcares e derivados
Dos 15 itens com maiores altas,9 são alimentos ou bebidas.
A alta dos preços desses produtos
ocorre ao mesmo tempo em que o país
passa por uma recessão econômica por
conta da pandemia, acentuando o problema da insegurança alimentar.
Fonte: IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).