A criança, a juíza e a dificuldade do aborto legal no Brasil
Aline Pellegrini e Letícia Arcoverde
21 de junho de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h33)Menina de 11 anos em Santa Catarina que foi estuprada, engravidou do agressor e foi impedida de realizar procedimento é autorizada a voltar a morar com a mãe após repercussão do caso
A juíza Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso da menina de 11 anos de Santa Catarina que foi estuprada e tentava autorização para interromper a gravidez. A magistrada foi responsável por manter a criança durante mais de um mês em um abrigo para evitar que ela fizesse o aborto. Nesta terça-feira (21), a Justiça autorizou que a menina volte a morar com a mãe. O “Durma com essa” explica o caso e mostra como o acesso ao aborto legal é dificultado no país. O programa também tem participação do redator Cesar Gaglioni , que comenta as acusações sobre o acesso de dados de usuários americanos da rede social TikTok, e do repórter especial João Paulo Charleaux , que trata das medidas do governo do Equador para conter os protestos no país.
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Edição de áudio Roberto Soares
Arte Cristiano Siqueira (@crisvector)
ESTÁ ERRADO: Diferentemente do que foi dito durante o programa, a menina de 10 anos que foi estuprada por um tio e engravidou no Espírito Santo só conseguiu fazer o procedimento em um hospital de Recife (PE), não de Jacareí (SP). Também foi dito que uma portaria do Ministério da Saúde obriga os profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde) a notificar as autoridades policiais se houver indícios ou confirmação de crime de estupro. Na verdade, a portaria apenas recomenda a notificação.
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