‘A diferença do Chile é que a velha esquerda foi substituída’
João Paulo Charleaux
26 de dezembro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h36)Cientista política fala ao ‘Nexo’ como a vitória de Gabriel Boric inspira e desafia outros países da América Latina
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Apoiadores de Gabriel Boric erguem boneco dele em comício de campanha em Santiago
A eleição de Gabriel Boric como novo presidente do Chile envia um sinal de ânimo para as esquerdas latino-americanas, mas também uma advertência de que esse setor político precisa se renovar, de acordo com a cientista política brasileira Talita São Thiago Tanscheit.
Em entrevista concedida por escrito ao Nexo na terça-feira (21), a pesquisadora no Opsa (Observatório Político Sul-Americano) do Iesp-Uerj (Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro), analisou os reflexos da vitória de Boric para as esquerdas regionais e os reflexos da derrota do candidato de extrema direita, José Antonio Kast, para este setor conservador e radical, que, no Brasil, é representado pelo atual presidente, Jair Bolsonaro, que deve buscar novo mandato em outubro de 2022.
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