Entrevista

‘É agora que a indústria bélica começa a ganhar dinheiro’

João Paulo Charleaux

25 de março de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h26)

Nicholas Marsh, especialista em cooperação militar internacional, fala ao ‘Nexo’ sobre como uma guerra prolongada deve movimentar o mercado bélico mundial

FOTO: VALENTYN OGIRENKO/REUTERS – 13.02.2022

Caixas com armas e munições empilhadas na pista de pouso de um aeroporto ucraniano, com um avião cargueiro ao fundo

Ucrânia recebe em aeroporto de Kiev armas e munições enviadas pela Lituânia

A Ucrânia recebeu armas e munições de pelo menos 20 países desde que foi invadida pela Rússia, em 24 de fevereiro. As transferências foram feitas entre Estados, com estoques pré-existentes. É a reposição desses arsenais que dará lucro à indústria bélica a partir de agora.

A explicação foi feita ao Nexo , em entrevista telefônica realizada na quarta-feira (23), por Nicholas Marsh , acadêmico que se dedica à pesquisa sobre ajuda militar internacional do Prio (Instituto de Pesquisa da Paz, na sigla em inglês), sediado em Oslo, na Noruega.

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