Entrevista

Qual o impacto da guerra na saúde mental dos ucranianos

João Paulo Charleaux

12 de junho de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h34)

Ionara Rabelo, psicóloga de Médicos Sem Fronteiras, fala ao ‘Nexo’ sobre como a população civil sobre os efeitos de mais de cem dias bombardeios

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FOTO: PAVLO PALAMARCHUK/REUTERS – 22.05.2022

Mulher olha para o céu e coloca a mão no peito ao lado de um túmulo em cemitério na Ucrânia

Mulher visita um dos túmulos do cemitério de Lychakiv, durante a guerra na Ucrânia

Ionara Rabelo é uma psicóloga brasileira que trabalha desde 2010 para Médicos Sem Fronteiras , uma organização humanitária que atua em guerras, epidemias e no acesso a medicamentos e cuidados de saúde em todo o mundo. Em pouco mais de uma década, ela trabalhou em situações tão extremas quanto a guerra no Afeganistão e a epidemia de ebola na Libéria.

Nesta entrevista, concedida por telefone ao Nexo na quinta-feira (9), ela fala da saúde mental na Ucrânia, país que foi invadido pela Rússia em 24 de janeiro e no qual, passados cem dias de guerra , contam-se mais de 4 mil mortos, 6,5 milhões de refugiados e um rastro de destruição que provocou prejuízos equivalentes a R$ 2,5 trilhões.

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