Expresso

Esta universidade criou cotas para transexuais, ciganos e quilombolas

Murilo Roncolato

01 de agosto de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h06)

Universidade do Estado da Bahia aprovou nova política de cotas que contempla ainda travestis, pessoas com altas habilidades ou deficiências

FOTO: WADI LISSA/UNPLASH

Universidade baiana amplia política de cotas de negros e indígenas para outras minorias sociais

Universidade baiana amplia política de cotas de negros e indígenas para outras minorias sociais

A partir de 2019, a Uneb (Universidade do Estado da Bahia) terá novas vagas para serem ocupadas exclusivamente por minorias sociais como quilombolas , ciganos, transexuais, transgêneros, travestis, pessoas com deficiência, com transtornos de espectro autista ou ainda com altas habilidades (superdotação).

Com as novas cotas, a instituição continua a distribuir 60% do total de vagas para não cotistas e 40% para negros, mas passa a garantir 5% de novas vagas (chamadas “sobrevagas”) para cada um dos grupos – assim como já faz para indígenas – sobre o total de lugares existentes por curso. Em 2018, o vestibular da universidade contou com um total de 4.069 vagas.

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