Expresso

Por que eleições para a chefia de Legislativos costumam unir rivais

Guilherme Henrique

30 de dezembro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 13h02)

Definição de apoios para o comando de Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados e Senado subverte lógica das disputas políticas do dia a dia

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FOTO: LUÍS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Deputados conversando em volta da Mesa Diretora na Câmara dos Deputados

Mesa Diretora da Câmara presidida por Rodrigo Maia na Câmara dos Deputados

No começo do ano de 2021, parlamentares de todo o Brasil escolherão nomes que vão presidir Legislativos municipais, estaduais e federais. Entre janeiro e março, haverá disputas pelo comando de Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados e Senado. São disputas internas que costumam seguir uma lógica diferente daquela que move campanhas eleitorais tradicionais.

Em muitos casos, parlamentares que são rivais no dia a dia acabam unindo forças. Em julho de 2016, por exemplo, muitos deputados do PT, partido que tinha Dilma Rousseff prestes a cair, apoiaram Rodrigo Maia para presidir a Câmara. Maia havia votado pela abertura do processo de impeachment e seu partido, o DEM, era chamado de “golpista” pelos petistas. Mas por que isso acontece?

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