Expresso

O que sobra da pretensa frente ampla pelo impeachment

Fernanda Boldrin

14 de outubro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h27)

Com a viabilidade de um processo por crime de responsabilidade contra Bolsonaro cada vez mais distante, setores diversos da oposição priorizam as eleições de 2022. Leia análises sobre a atual conjuntura

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FOTO: CARLA CARNIEL/REUTERS – 02.OUT.2021

Manifestantes protestam contra o presidente Jair Bolsonaro em São Paulo

Manifestantes protestam contra o presidente Jair Bolsonaro em São Paulo

Embora conversas sobre a criação de uma frente ampla para derrubar Jair Bolsonaro tenham dominado o debate político ao longo de 2021, sua concretização sempre enfrentou entraves, seja pela falta de apoio no Congresso, seja pelos interesses particulares dos diversos setores da oposição. A menos de um ano das eleições presidenciais, a pretensa frente parece cada vez mais distante.

Depois de ter feito seu mais duro ataque às instituições em 7 de setembro, Bolsonaro recuou nas ameaças ao Supremo Tribunal Federal na tentativa de arrefecer a pressão sobre seu mandato. As mobilizações de rua da oposição mostraram a desunião entre direita e esquerda . E os atores dos dois espectros não se entendem entre si.

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